As novas bicicletas elétricas propostas por construtores de automóveis
07/10/2026Conselhos para a manutenção da bateria da sua bicicleta elétrica
07/10/2026Tenho trinta e cinco anos, andei muito de bicicleta toda a minha infância e a minha última monturafoi esquecida na garagem de uma amiga estudante há cerca de quinze anos. Morando há um ano num bairro mais campestre, tive vontade de me deitar de novo. Mas além de campestre, este bairro é sobretudo uma bela colina espalhadaem com um pouco de tudo. Apanha-se o fresco nas descidas, mas as chamas do inferno nas subidas. E posso dizer-lhes que elas são muitas, o suficiente para essa ideia voltar ao fundo da pilha. Mas isso era dantes. Porque desde então, descobri a e-bike!
Depois de uma conversa com um amigo utilizador de uma bicicleta elétrica, tecei todas as palavras-chave no google: bicicleta elétrica, bicicleta de assistência elétrica, bicicleta elétrica, bateria, motor de bicicleta elétrica… Era mais por curiosidade do que por outra coisa, porque achava que o investimento era demasiado pesado. Mas aquilo que imaginava ser uma máquina inteira era afinal apenas uma roda ligada a uma bateria, o tudo do adaptável à maioria das mountain bikes ou VTC. Não sendo já para o ROC D’AZUR, optei por um VTC que me custou 350 €, mais 833 € por um kit de conversão elétrico com bateria de 60 v numa compra agrupada na Power e-bike.
No início, estava um pouco perdido porque há um mínimo a saber a nível técnico para instalar o «bazar» e sobretudo pô-lo em funcionamento. Algumas subtile manipulações evitam o que eu vivi, isto é uma bateria que não envia energia na roda. Depois do grito primário, chamei a Assistência onde me foram gentil e pacientemente acompanhado. Não sendo engenheiro, tive portanto algumas dificuldades em arrancar, em todos os sentidos do termo, mas uma vez em marcha regalei-me.
Num primeiro momento, houve a surpresa da potência do dispositivo. Apertei o acelerador e parti como uma bala. Estava marcado “até 50 km” de autonomia. Não cheguei lá mas encadeei facilmente os 25-30 km atrás sem transpirar, prático quando se serve_td da sua bicicleta para ir trabalhar. Mais simpático para os colegas de escritório também… Diverti-me até a não pedalar (desaconselhado pela longevidade da bateria) durante cinco ou seis km a subir. Entre o ciclo e a Solex, fiz sensação com os carros que tinham um pouco de dificuldade em ultrapassar!
Acabado por fim as galeiras de carro nas horas de ponta, estou em bicicleta elétrica, passo por tôas as posses e posso até deixá-la no átrio do meu trabalho. Imaginem que eu tentasse o mesmo com o meu carro ou o meu scooter! Basta que tome cuidado para não deixar a máquina exposta demais ao frio, se não quiser ver a bateria a esvaziar-se à velocidade da luz. Por precaução, carrego-a o tempo todo entre duas utilizações. Talvez será demasiado mas em sete meses e uma utilização regular, a minha bateria funciona ainda igual de bem. Vá, recomendo vivamente esta nova tecnologia, eleita Ideia genial do ano pelas coxas e pelos gémeos!

